Título
Resíduos eletroeletrônicos no Instituto Federal campus Paulo Afonso: impactos e desafios de descarte
O presente trabalho expõe o resultado da uma pesquisa realizada no Instituto Federal da Bahia – Campus Paulo Afonso onde discorre sobre a problemática dos Resíduos eletroeletrônicos, tendo como objetivo conhecer a realidade sobre o destino dado aos Resíduos Eletroeletrônicos objetivando especificamente identificar o grau de conhecimento dos discentes concernentes aos REEE, a turma escolhida foi o quarto ano do curso Técnico em Informática. Para tanto, a metodologia consistiu em um estudo de caso que respaldado em Chizzotti, tendo em vista que é uma caracterização abrangente da pesquisa. Sua linha de pesquisa se encaixa em práticas educativas, com abordagem qualitativa, os dados foram coletados através da pesquisa in lócus e de questionários semiestruturados que foram analisados e tabulados utilizando a estatística descritiva e análise de conteúdos inspirado em Bardin (2002). A opção escolhida para a aplicação do produto foi uma sequência didática, considerando que a mesma se constitui em atividades claras e objetivas, resultando em uma aprendizagem significativa e contextualizada com a vertente da EPT. Durante o percurso foram realizadas ações educativas numa perspectiva didática voltada para o produto educacional na disciplina de Saúde, Meio ambiente e Segurança. Os resultados revelaram que os profissionais envolvidos na pesquisa não demonstram muito interesse pela temática. Os discentes apresentaram interesse pela temática, porém possuem pouco esclarecimento acerca da mesma. Quanto ao gerenciamento dos equipamentos possuem trâmite igual às outras Instituições Federais amparas pela Legislação vigente. Observou-se também que a gestão dos suprimentos e conserto de equipamentos é bem discreta. Portanto, a logística reversa ainda não é utilizada no IFBA campus Paulo Afonso em função dos seguintes fatores, tais como: a inaplicabilidade dos acordos setoriais entre poder público e privado (eles existem, mas ainda não estão vigorando); burocratização no serviço de desfazimento e falta de parceria, ocasionando em desafios para que a prática do descarte correto se efetue.