Título

As ressignificações metodológicas da cartografia do imaginário nas pesquisas em educação ambiental

Programa Pós-graduação
Educação
Nome do(a) autor(a)
Tatiani do Carmo Nardi
Nome do(a) orientador(a)
Michele Tomoko Sato
Grau de Titulação
Mestrado
Ano de defesa
2023
Dependência Administrativa
Federal
Resumo

Este estudo tem foco na metodologia de pesquisa em Educação Ambiental, com especial consideração à Cartografia do Imaginário, que foi publicada em 2011 pela professora e pesquisadora Michèle Sato. Das 80 dissertações e teses presentes no banco de teses do blog do GPEA, a vasta maioria tem a epistemologia conectada com a fenomenologia. Destas pesquisas fenomenológicas, 26 trabalhos já foram finalizados e 11 estão em andamento (total de 37 pesquisas) por meio da Cartografia do Imaginário, metodologia inspirada na essência de Gaston Bachelard. Os elementos água, terra, fogo e ar são os substratos fenomenológicos à maioria das investigações científicas construídas no GPEA. Busquei compreender de que maneira a metodologia foi ressignificada, já que ela provoca que seja reinventada e que cada pesquisador/a crie os próprios caminhos da investigação. Mantendo os princípios da fenomenologia, cada pesquisador/a deve ressignificar os caminhos da práxis, em diálogos com a abordagem temática, talentos específicos das áreas do saber, procedimentos e outros enredos que estejam em consonância com a fenomenologia do imaginário. Além de estudar estes trabalhos, realizei 8 entrevistas com estudantes que já concluíram suas pesquisas. Os resultados revelam que a ressignificação metodológica, com inovação própria, é concomitantemente trabalhosa e prazerosa: difícil, porque exige uma reinvenção, mas por isso mesmo bela, porque é reconstruída em ressonância com os sonhos oníricos de cada pesquisador/a. Os detalhes da criação, sentimentos e racionalidades originadas pelas pesquisas são atributos debatidos ao longo da dissertação.


Classificações

Contexto Educacional
Modalidades
Modalidade: Regular