Título

Metodologias ativas sobre a fitoterapia popular para a educação ambiental: aplicação em escolas de Igarapé Miri - PA

Programa Pós-graduação
Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amazônia
Nome do(a) autor(a)
Raimunda Gomes Maciel
Nome do(a) orientador(a)
Wagner Luiz Ramos Barbosa
Grau de Titulação
Mestrado Profissional
Ano de defesa
2020
Dependência Administrativa
Federal
Resumo

O presente trabalho procura descrever a origem histórica das plantas medicinais, que tem relatos antes de Cristo. Segundo Santos (2007), as plantas medicinais sempre tiveram grande importância na cultura dos povos, principalmente na medicina e também na culinária de comunidades do mundo inteiro, uma vez que as populações, a partir do uso autônomo de determinadas plantas, acumularam experiências e um amplo conhecimento a seu respeito. No Brasil as plantas medicinais eram utilizadas pelos índios em rituais de cura e adoração, quando a figura do com o uso de ervas invocava o restabelecimento da saúde do doente. Tais conhecimentos associaram-se outros trazidos por colonizadores e africanos aprimorando o uso artesanal dos recursos naturais. O uso de plantas medicinais1 não é algo novo quando o assunto é tratamento de problemas de saúde, para curar simples enfermidades até as mais complexas. As plantas medicinais podem ser utilizadas das mais variadas forma de acordo com as necessidades de quem precisa. Segundo os estudos de Luz e Barros (2012), é imprescindível respeitar as significativas diferenças entre os saberes e o contexto social de uso das plantas medicinais, incluindo questões médicas, se houverem. Existem, hoje, alguns conjuntos de usos de plantas medicinais e fitoterápicos: a fitoterapia popular, a fitoterapia familiar; a fitoterapia tradicional; e a fitoterapia científica.


Classificações

Contexto Educacional
Modalidades
Data de Classificação:
22/08/2022