Título
Do Big Bang ao cerrado atual: interdisciplinaridade no ensino de Ciências integrando espaços não formais
Os Espaços não formais constituem importante ferramenta pedagógica para o aprimoramento do processo educativo. Com o advento da tecnologia da informação em todos os âmbitos sociais, a escola formalmente constituída tem um abismo gigantesco par transpor em relação à informação que chega aos alunos todos os dias através das mídias digitais e do contato com o mundo através da educação informal. Tornar os conteúdos mais conectados com a realidade do aluno tornou-se uma exigência das modernas tendências educacionais, até mesmo preconizadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's). Utilizar os Espaços não formais dota o processo de ensino e aprendizagem de contextualização e interdisciplinaridade, diminuindo o academicismo reinante na simples memorização de dados, fatos e equações que o formalismo escolar exige, o que garante uma educação que o aluno levará por longo tempo e que com certeza, utilizará para melhorar o ambiente social a sua volta. Os espaços discutidos são o Planetário da UFG e o Memorial do Cerrado da PUC, importantes ambientes de aprendizagem à disposição dos educadores de todo o estado de Goiás. A proposta pedagógica de visitação vislumbra o confronto entre o passado remoto e a utilização do Cerrado como importante patrimônio brasileiro. Com o recorte 'Do Big Bang ao cerrado atual: Interdisciplinaridade no ensino de ciências integrando Espaços não formais', conteúdos como Astronomia, Evolução e Meio ambiente podem ser explorados de forma satisfatória para professores e alunos, priorizando a aquisição de competências e habilidades e visando uma educação científica que possibilite ao estudante opinar nas decisões da comunidade que dizem respeito à vivência coletiva no ambiente e que o torne cidadão de fato.