Título

Educação ambiental e sustentabilidade para problemas socioambientais em ambientes costeiros: um estudo de caso sobre o Farol de Santa Marta, Laguna, SC

Programa Pós-graduação
Ciências Ambientais
Nome do(a) autor(a)
Thoy Mondardo Damiani Souza
Nome do(a) orientador(a)
Geraldo Milioli
Grau de Titulação
Mestrado
Ano de defesa
2015
Dependência Administrativa
Privada
Resumo

Este trabalho visa aprofundar a discussão sobre educação ambiental e sustentabilidade, tem seu enfoque centrado nas populações tradicionais de pescadores artesanais que vivem no Cabo do Farol de Santa Marta, zona costeira do sul de Santa Catarina. O comprometimento da vida no planeta, com o colapso dos recursos naturais, fez surgir vários debates em torno da busca de medidas que amenizem os problemas causados pela crise sistêmica atual, caracterizando comprometimento da sustentabilidade ambiental. Para uma investigação nas formas de pensar e agir do pescador artesanal foi preciso diagnosticar o seu espaço de vida, material e imaterial, para então, indicar os elementos que são possíveis de serem reproduzidos numa nova relação do ser humano com seu habitat. Considerando os diversos questionamentos do ponto de vista econômico, social, cultural, ambiental, entre outros, o presente trabalho apontou na direção da pesquisa qualitativa. O estudo visa demonstrar que as atividades desenvolvidas pelas populações tradicionais de pescadores artesanais são, de fato, compatíveis com o equilíbrio socioambiental. Isto porque, a longa permanência destes habitantes do litoral não causou impactos significativos na estrutura do ambiente natural e cultural que estão inseridos. No entanto, o crescimento econômico insustentável, desencadeou uma acentuada degradação e poluição ambiental no espaço ocupado por esta população. A partir dos dados coletados, foram feitas algumas recomendações. Para que questões sejam aprofundadas, é necessário e urgente que se promova abordagem sobre os conflitos socioambientais, populações tradicionais, educação ambiental e sustentabilidade, não de forma pontual, e sim sistêmica, de maneira que se entenda a complexidade dessa área de estudo, para percepção e amplo entendimento dos saberes ambientais e das relações com os atores sociais e suas implicações.


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