Título

Educação ambiental crítica e mediação: possíveis intervenções no cotidiano escolar

Programa Pós-graduação
Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente
Nome do(a) autor(a)
Maria Wilma dos Santos Mynssen
Nome do(a) orientador(a)
Marcelo Paraiso Alves
Grau de Titulação
Mestrado
Ano de defesa
2013
Dependência Administrativa
Privada
Resumo

No ensino fundamental, em particular nos Anos Iniciais, percebe-se que a História tem permanecido distante dos interesses do aluno, pois se vincula a uma perspectiva de educação tradicional, com fórmulas prontas nos livros didáticos. Reafirmar a importância da referida disciplina no currículo “não se prende somente a uma preocupação com a identidade nacional”, mas, sobretudo na construção do conhecimento crítico e dialógico. O presente estudo pretende ampliar o debate acerca da discussão em relação aos discentes que emergem dos anos iniciais do Ensino Fundamental apresentando dificuldades de aprendizagem decorrentes da imposição dos conteúdos fragmentados em sala de aula, desconsiderando suas experiências. A metodologia utilizada para esta pesquisa se constituiu em três ações complementares: a primeira ação metodológica se configurou por meio da revisão da literatura. A segunda ação emerge da investigação de campo realizada em uma escola do município de Valença – RJ. A pesquisa qualitativa realizada junto aos discentes e docentes da escola investigada produziu material empírico que nos movimentou para a terceira e última ação metodológica: a criação de orientações em Educação Ambiental para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. O produto foi desenvolvido a partir dos pressupostos estabelecidos pela concepção sociocultural de Freire na intenção de utilizar a metodologia de ensino do autor, cujo objetivo era desenvolver um pensamento pedagógico e político, para propor uma prática de sala de aula que permita ao educando perceber-se no mundo, desenvolvendo uma capacidade crítica. A construção e o uso do produto na terceira série do ensino fundamental permitiram afirmar que para a construção desta “utopia” não basta à percepção da problemática ambiental, não basta à sensibilização para os problemas que nos cercam devemos criar espaços dialógicos e permitir o diálogo com a comunidade aproveitando as experiências que podemos trocar.


Classificações

Contexto Educacional